sábado, 2 de março de 2013
O que queres?
Ás vezes gostaria de entrar na tua cabeça, ver o que nunca vi e perceber o que nunca percebi. Se queres saber és um ser indefinível, mas não vejo isto como algo positivo, pois dás-me a conhecer tantas vertentes tuas... Baralhas-me, parabéns! Sempre tiveste o melhor de mim, quase voltei para ti sem olhar para trás. Cheguei a ter vontade de sair por aquela porta e ir ao teu encontro. Cheguei, pois cheguei. Tenho pena, que nunca me dês o devido valor, que nunca agarres a minha mão quando eu te estendo porque eu tive humildade suficiente para te pedir ajuda. Esta espécie de sentimento veio cegar-me quando eu já julgava estar mais do que curada. Este mundo assusta-me, tu assustas-me. Diz-me... O que queres de mim afinal?
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